Ao colocar a primeira questão — “Que problema está este livro a tentar resolver?” — está, na verdade, a fazer a pergunta que está na base de toda a tentativa séria de crescimento: O que está quebrado na minha realidade atual, e este livro compreende essa quebra melhor do que eu?
A segunda questão — “Qual é o método ou a filosofia por detrás das soluções que oferece?” — é o ponto em que se deixa de ler um livro superficialmente e se começa a lê-lo como um guia. Todo o livro relevante, especialmente um sobre produtividade e estrutura diária, é construído sobre uma visão do mundo.
A terceira questão — “Que competências ou práticas acionáveis aprenderei?” — é quando um livro deixa de ser uma ideia e passa a ser uma ferramenta. É o ponto em que se atravessa a ponte dos conceitos para os comportamentos, da inspiração para a execução.
A quarta questão — “Como é que este livro vai realmente mudar a minha forma de trabalhar?” — é o momento em que a leitura deixa de ser um exercício intelectual e se transforma numa negociação com o seu eu futuro.
A quinta questão — “Como será o sucesso depois de terminar?” — é a mais virada para o futuro e a mais exigente.